ĐĎॹá>ţ˙ 9;ţ˙˙˙8˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁ9 đż*bjbjýĎýĎ‚8ŸĽŸĽ&˙˙˙˙˙˙lŇŇŇŇŇŇŇ4dddd pÝ2\^^^^^^$ /Š‚Ґ‚žŇҐ—žžžŢҐҐ\ž\ž žČ :Č,ŇŇP„  `o¨ZĂ^dnFô P ­0ÝţRš´ šPžŇŇŇŇŮEm Busca da Simplicidade É uma alegria ser simples, é uma alegria estar livre da complexidade do computador. Eric W. Pfeiffer Da Forbes ASAP Um movimento que despreza a complexidade cresce criticando a indústria de computadores. Chamados de "thoreausistas" , em homenagem ao famoso americano do século XIX que defendia a simplicidade, Henry David Thoreau, os seguidores do movimento já estabeleceram Comitęs de Simplicidade nas cidades mais importantes dos Estados Unidos e Europa Ocidental, e também em Hong Kong, Cingapura e Tóquio. "Ninguém pode nos deter", diz Bill McNeally, porta-voz da organizaçăo. Os thoreausistas estăo convocando um boicote a todos os produtos de computador que năo atendam ao teste de simplicidade de tręs pontos preconizado pelo movimento: O dispositivo pode ser operado sem o auxílio de manuais? O dispositivo é realmente plug-and-play? O fabricante do produto realizou extensos estudos de usabilidade? Os vendedores de computadores estăo sentindo a pressăo do boicote. As vendas caíram 5% e estăo caindo rapidamente, de acordo com as pesquisas de mercado do Gartner Group. Milhares de produtos estăo sendo devolvidos a cada męs aos fabricantes e revendedores, incluindo a Dell e a CompUSA, que convocaram uma reuniăo de cúpula de emergęncia para responder ao boicote dos thoreausistas. Se pelo menos fosse verdade... Mas năo é. Os computadores só estăo se tornando mais complexos a cada geraçăo que passa. Em 1992, o Word da Microsoft tinha 311 comandos; cinco anos mais tarde ele tinha 1033. O Windows 2000 tem quase 30 milhőes de linhas de código. Mesmo naquele paradigma de simplicidade, no Mac, os ícones da área de trabalho, que tornavam a interface tăo amigável, atingiram um número excessivo. Nem mesmo a maior escrivaninha virtual do mundo, enfim, pode conter todas as pastas existentes em seu disco rígido. "A GUI (interface gráfica de usuário) falhou conosco e está ficando pior", diz Jef Raskin, o criador original do Macintosh. "Ninguém está dedicando tempo a repensar o que poderia ser possível fazer com a tecnologia de que dispomos atualmente". A crescente complexidade dos computadores năo seria grande coisa se a tecnologia ficasse relegada ao escritório e a alguns domicílios. Mas ŕ medida que os computadores, conduzidos pela Web, abrem caminho em nossas vidas, a complexidade ameaça sabotar quaisquer benefícios que essas máquinas miraculosas nos tenham proporcionado. Os construtores de confusăo estăo ficando perdidos em suas próprias confusőes. Quais săo as possibilidades de que a situaçăo se altere, que os fabricantes comecem a desenhar suas máquinas tendo o interesse do usuário - năo da tecnologia, - em primeiro plano em suas mentes? Bem, primeiro as boas notícias. Alguns fabricantes de computadores estăo entendendo o recado. Eles estăo empregando, em grande número, engenheiros mecânicos e industriais treinados para tornar mais fácil o uso da tecnologia. Na década de 80, a Sociedade de Ergonomia e Fatores Humanos viu dobrar o número de seus sócios, sendo a maior parte dos novos membros oriundos da indústria de computadores, de acordo com Lynn Strother, o diretor executivo da instituiçăo. A Intel emprega hoje seis etnógrafos em tempo integral que, exatamente como os melhores antropólogos, observam como os "nativos" usam a tecnologia, e como a tecnologia poderia ser melhor concebida. Steven Liu, o diretor de um grupo de interaçăo de usuários da Hauser, uma empresa de desenvolvimento de produtos do Sul da Califórnia, diz que as empresas de computadores estăo procurando respostas porque seus clientes - anote isso - estăo perguntando ŕs empresas de computadores porque elas nunca realizaram "estudos de usabilidade". E o melhor de tudo: computador de măo, provavelmente o mais simples produto a chegar no mercado em anos, e um dos poucos que efetivamente mantiveram sua promessa de ser plug-and-play, está tendo um sucesso estrondoso. As vendas continuam a crescer e espera-se que atinja 5 milhőes em 2003. Mas agora as más notícias...e o que vem por aí năo é nada bonito. Quando chega o tempo das vacas magras, aqueles úteis etnógrafos e especialistas em usabilidade, como Liu, săo os primeiros a serem cortados. E mesmo que năo 0 sejam, a tarefa que terăo pela frente é enorme. Eles precisam mudar uma cultura inteira que opera sob um único mandamento: fazer a tecnologia avançar em primeiro lugar e que se danem a facilidade de uso e a simplicidade. Os tecnólogos adoram a complexidade - e uma vez que eles concebem tipicamente os seus produtos para si mesmos, supőem que vocę também goste. Complexidade é o que acontece quando a indústria empurra as vendas acrescentando "excitantes”; "novos" recursos, ou o que Donald Norman, autor de O Computador Invisível chama de "recursismo rasteiro”. Como criar uma arquitetura radicalmente nova (e simples) é quase impossível atualmente, (năo se quer perder a base instalada de clientes) os computadores estăo começando a ser sufocados por sua própria história passada. Desde os primórdios daqueles clubes domésticos, os computadores tęm sido dispositivos de uso geral. Eles precisam ser todas as coisas para todas as pessoas. A Microsoft admite que para agradar a sua vasta populaçăo de clientes, ela precisa oferecer milhares de recursos em um produto, embora a maioria desses recursos permaneça sem uso. Ah, este é o ponto. Pergunte ao sempre afável Jeff Hawkins, criador do Palm, quăo fácil foi criar um dispositivo simples: "Todo dia eu achava alguém que queria adicionar alguma coisa mais - que decidia colocar esse ou aquele recurso extra", diz ele. "É difícil dar a vocę uma idéia do que foi lutar contra isso. Eu ficava realmente irritado." Portanto chegou a hora de organizar reuniőes de simplicidade básica? Devemos ir as ruas com nossos cartazes de boicote? "Talvez năo, ainda. A seleçăo natural deve resolver pelo menos alguns dos problemas”, diz o autor Norman. "Todas as tecnologias evoluem com o uso", diz ele. Norman sustenta que a indústria dos computadores se move da adolescęncia para a maturidade, sendo provável que se mova da complexidade para a simplicidade, exatamente como ocorreu com os rádios e fonógrafos. "Isto já está acontecendo”, alega Norman. Observe o advento de aparelhos de informaçăo fáceis de serem usados que fazem duas coisas - e só duas coisas - mas fazem isso bem e de maneira simples. A Sega lançou o console de videogame Dreamcast, que permite ŕs pessoas jogar seus jogos favoritos e surfar na Internet. Ainda viva e em boa forma está a WebTV, pioneira dos aparelhos de informaçăo, que oferece acesso ŕ Internet e e-mail utilizando o aparelho doméstico de TV. Vocę também pode comprar máquinas de e-mail que nada mais fazem além de enviar e receber mensagens. E falando de Internet, esta, mais que um dispositivo de informaçăo, poderia ser o nosso salvador da simplicidade. Tim O'Reilly, o pioneiro dos editores de computaçăo, diz que a Web criou uma hoste de novos aplicativos de uso simples: eles săo chamados de Amazon.com. , eBay e E-Trade. "Isso é o que chamo de infoware, diz ele. Estes săo os grandes aplicativos de hoje”. O'Reilly vę a indústria dos computadores evoluindo para um triunvirato. Equipamento e software complexos permanecerăo residentes, fora da vista, encobertos - confeitados, vocę poderia dizer - por texto de fácil entendimento como "Adicione ao carrinho de compras". Subitamente, computaçăo transforma-se em compra de livros ou participaçăo em um leilăo. Em outras palavras, a computaçăo desaparece. Mas o que acontece quando năo estamos comprando um livro? Continuamos sujeitos ŕ incrível complexidade de produtos como o Excel e o Microsoft Office 2000 em nossos microcomputadores. Pode ser que a ajuda esteja vindo também nesta área - e vem na forma da última palavra que atingiu o Vale do Silício: ASP ou seja, provedores de aplicativos. Ao invés de comprar pacotes de software e instalá-los em seu computador, por que năo, simplesmente alugá-los através da Internet? Deixe que outra pessoa se preocupe com a manutençăo e atualizaçőes. Copie o software e use-o. Se por um lado o advento dos provedores de aplicativos simplifica nossas vidas, eles năo serăo a resposta final. Ainda teremos que aprender os milhares de comandos do Word, tanto se o alugarmos quanto se o comprarmos. Mas - e aqui vem a parte realmente interessante, - se o Word for removido da área de trabalho do Wintel, entăo, a própria Web se transformará em sistema operacional. O monopólio da Microsoft se enfraqueceria e alguém mais poderia ocupar o espaço, talvez oferecendo programas de processamento de textos menores e mais especializados, digamos, - um para escritores, outro para jornalistas e um terceiro para executivos de empresas. Elementos desse admirável mundo novo estăo despontando. Já os vemos em serviços gratuitos baseados na Internet como e-mail e agendas. E algumas novidades estăo surgindo também neste campo: a Desktop.com, uma empresa de Săo Francisco, está tentando mover a área de trabalho do desktop para a Internet e a Arepe.com, um portal de Cambridge, Massachusetts, está experimentando alugar software e jogos a usuários com acesso de banda larga. No final, entretanto, Norman pode estar certo. A Internet ajuda a completar a evoluçăo iniciada na garagem de David Packard. Nossos rádios e TVs săo máquinas complexas, mas sua complexidade está oculta. Nesse novo mundo baseado na Internet, o mesmo será verdadeiro para os computadores. A complexidade residirá em uma ponta da rede, gerenciada por aqueles que a amam e a compreendem. Na outra ponta, estaremos todos nós, sorridentes thoreausistas, felizes, ignorando nosso computador e contemplando as nuvens refletidas na Lagoa de Walden. Ž 1999, Forbes ASAP Revista InfoExame Fevereiro/2000 Pág. 118 *űOJQJmnŽča=f¨) ; / Ç Š¤ĺ(m ňíííííííííŘŘŘíííííííííííí$ & F ĆĐ„„äţ^„`„äţa$$a$ $&dPĆ˙a$*ţ =šF!{#&>'ˇ'Ó)Ô)Ő)é)ű)**úúúúúúúúíúúúúú $&dPĆ˙a$$a$ &P °ƒ. °ČA!°n"°n#n$n%°9 0&P °ƒ. °ČA!°n"°n#n$n%° P0ňkňĐňk# 0&P °ƒ. °ČA!°n"°n#n$n%° i0@ń˙0 Normal_HmHsHtH6A@ň˙Ą6 Fonte parág. padrăo6Z@ň6 Texto simplesOJQJÔ%&8˙˙˙˙"8˙˙˙˙]8˙˙˙˙mnŽča=f¨);/Ç Š  ¤ĺ(m =šF{">#ˇ#Ó%Ô%Ő%é%ű%&&˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜`0€€˜€€˜0€€˜€€˜ 0€€˜ 0€€˜ 0€€˜0€€˜0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€š0€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€œ€€˜€€˜€€˜€€˜€€˜€€* **v~‚ˆő^eű˙=EdqWdELMRˇťŔÇ'ŠŽ”& * + 3  % & ) ] c $7:Ž˜˙ ôýhmżĹTX[b{ƒťÁś ź +$2$h%u%Ë%Ń%Ý%ă%ń%ú%&ď ó opĺ=hmf g &&˙˙Helio Lemes Costa9C:\WINDOWS\TEMP\Salvamento de AutoRecuperaçăo de ihm0.asdHelio Lemes Costa<C:\Arquivos de programas\Recognita Standard OCR 3.2\ihm0.TXTHelio Lemes Costa<C:\Arquivos de programas\Recognita Standard OCR 3.2\ihm0.TXTHelio Lemes Costa3C:\Meus documentos\ihm\em busca da simplicidade.docHelio Lemes Costa3C:\Meus documentos\ihm\em busca da simplicidade.docHelio Lemes Costa8C:\Meus documentos\UNIS\ihm\em busca da simplicidade.docusuario8C:\Meus documentos\UNIS\ihm\em busca da simplicidade.doc‹H D^"bĽ˙˙˙˙˙˙˙˙˙§+vnWQ˙˙˙˙˙˙˙˙˙„Đ„˜ţĆĐ^„Đ`„˜ţOJPJQJ^Jo(-€ „ „˜ţĆ ^„ `„˜ţOJQJo(o€ „p„˜ţĆp^„p`„˜ţOJQJo(§đ€ „@ „˜ţĆ@ ^„@ `„˜ţOJQJo(ˇđ€ „„˜ţĆ^„`„˜ţOJQJo(o€ „ŕ„˜ţĆŕ^„ŕ`„˜ţOJQJo(§đ€ „°„˜ţư^„°`„˜ţOJQJo(ˇđ€ „€„˜ţĆ€^„€`„˜ţOJQJo(o€ „P„˜ţĆP^„P`„˜ţOJQJo(§đh„Đ„˜ţĆĐ^„Đ`„˜ţOJPJQJ^Jo(-h „ „˜ţĆ ^„ `„˜ţOJQJo(oh „p„˜ţĆp^„p`„˜ţOJQJo(§đh „@ „˜ţĆ@ ^„@ `„˜ţOJQJo(ˇđh „„˜ţĆ^„`„˜ţOJQJo(oh „ŕ„˜ţĆŕ^„ŕ`„˜ţOJQJo(§đh „°„˜ţư^„°`„˜ţOJQJo(ˇđh „€„˜ţĆ€^„€`„˜ţOJQJo(oh „P„˜ţĆP^„P`„˜ţOJQJo(§đ‹H D§+v˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙DČĘDČĘ&˙@€DDřƒíDD&@@˙˙Unknown˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙G‡z €˙Times New Roman5€Symbol3& ‡z €˙Arial?5 ‡z €˙Courier New;€Wingdings"qˆđÄŠî[CĆq#x&č[CĆ‚eBĄ#đĽŔ´´€20Ž&č@đß˙˙Em Busca da SimplicidadeHelio Lemes Costausuarioţ˙ŕ…ŸňůOhŤ‘+'łŮ0ˆ˜źČäđ  8 D P \hpx€äEm Busca da Simplicidade0m BHelio Lemes CostacieliNormaleusuario5uaMicrosoft Word 9.0i@ @Ş4‰‹ż@¤= Š‹ż@f˘M¨ZĂ‚eţ˙ŐÍ՜.“—+,ůŽ0 hpŒ”œ¤ Ź´źÄ Ě ńäHelio Lemes CostaiBŽ&ü Em Busca da Simplicidade Título ţ˙˙˙ !"#$%&'ţ˙˙˙)*+,-./ţ˙˙˙1234567ţ˙˙˙ý˙˙˙:ţ˙˙˙ţ˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙Root Entry˙˙˙˙˙˙˙˙ ŔFps+o¨ZĂ<€1Table˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙šWordDocument˙˙˙˙˙˙˙˙‚8SummaryInformation(˙˙˙˙(DocumentSummaryInformation8˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙0CompObj˙˙˙˙oObjectPool˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ps+o¨ZĂps+o¨ZĂ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ţ˙ ˙˙˙˙ ŔFDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.8ô9˛q