ࡱ> oqnIjVbjbj!$Qz]fff p 8$\i|: .000000$9-JT "" T | ."| . T P:,.` qB $ Programa: PROGRAMA GRATUITO DE APRENDIZAGEM EM PLANO DE NEGCIO MDULO PLANO DE NEGCIO AULA 01 Patrocnio: FINEP Realizao: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC CENTRO TECNOLGICO - CTC FUNDAO DO ENSINO DA ENGENHARIA EM SANTA CATARINA - FEESC LABORATRIO DE ENSINO A DISTNCIA - LED ESCOLA DE NOVOS EMPREENDEDORES - ENE Apoio: ABMES FUNADESP CANAIS UNIVERSITRIOS 1999 FLORIANPOLIS APRESENTAO Mdulo Plano de Negcio O que esperamos de voc O primeiro conceito que geralmente tentam nos explicar quando falam sobre o tema empreendedorismo o que um empreendedor. Ser empreendedor est relacionado com ser, sentir, saber e, principalmente, fazer. Por isso, ao invs de definir o que ser empreendedor, pedimos a voc que procure, ao longo das teleconferncias e das cinco aulas do Programa Gratuito de Aprendizagem a Distncia em Plano de Negcio, construir a sua prpria percepo deste conceito. O que se espera, nesta aula em particular, que voc reconhea e reflita sobre as mudanas no mundo do trabalho que j aconteceram e que continuaro a acontecer em um futuro prximo. Diferentemente do mundo em que viviam nossos avs, haver cada vez mais concorrncia e cada vez menos empregos vitalcios bem remunerados e trabalhos imutveis e bem definidos. A educao, por sua vez, passa a ser uma preocupao contnua, ao longo de toda a vida. Ao mesmo tempo, exemplificaremos porque o comportamento empreendedor parece ser a melhor alternativa para garantir sua satisfao pessoal e "remunerabilidade" futura. Explicaremos tambm alguns motivos pelos quais ele to desejado e, freqentemente, apoiado e estimulado pela sociedade atual. Finalmente, queremos convenc-lo dos benefcios de participar de programas de estmulo ao empreendedorismo tais como o Programa Engenheiro Empreendedor e tantos outros que comeam a se tornar mais freqentes em nosso pas. Seja bem-vindo ao Programa Gratuito de Aprendizagem a Distncia em Plano de Negcios e boa leitura ! AULA 01 POR QUE SER EMPREENDEDOR ? Objetivos da aula Reconhecer a importncia do estmulo ao empreendedorismo para enfrentar as mudanas que vem ocorrendo no mercado de trabalho em todo o mundo. Identificar alguns dos principais desafios que encontra(r) o jovem que busca ingressar no mercado de trabalho brasileiro. Compreender o conceito de "remunerabilidade" e a importncia de um comportamento empreendedor para alcanar o sucesso profissional no atual contexto. Compreender a importncia do uso de mtodos e tcnicas para o desenvolvimento e exerccio do potencial empreendedor. Em especial, compreender a importncia do Plano de Negcio para este desenvolvimento. Entender os benefcios oriundos da participao de programas de estmulo e capacitao para o empreendedorismo como o caso do Programa Gratuito de Aprendizagem a Distncia em Plano de Negcio. Esta aula est dividida nos seguintes tpicos: O que est acontecendo com o Mercado de Trabalho ? O que fazer para ser bem sucedido profissionalmente neste contexto ? Como tornar-se um empreendedor ? O que um plano de negcio ? Por que participar do Programa Engenheiro Empreendedor ? O que est acontecendo com o Mercado de Trabalho ? A perspectiva futura a do aumento do desemprego no mundo ? "No bastar saber, preciso aplicar; no bastar querer preciso fazer". Goethe) H algum tempo atrs, no havia empregos. Na verdade, o emprego como conhecemos uma "inveno" recente, que data do final do Sculo XVIII. Antes desta poca, havia trabalho, remunerao (algumas vezes sob a forma de mercadorias), mas no havia empregos formais. As pessoas necessitavam procurar, a cada dia, um trabalho que lhes garantisse seu bem-estar presente e um eventual acmulo de bens ou capital para o futuro. O mundo do trabalho atual caminha na direo do aumento do nmero de pessoas desafiadas a buscar "seu trabalho de cada dia", como acontecia no passado. Cada vez existem mais empresrios e trabalhadores autnomos. Isto no significa necessariamente reduo do nmero de empregos e crise social. Caso seja criado um nmero suficiente de novas empresas e de postos de trabalhos autnomos, pode haver desenvolvimento e reduo da taxa de desemprego. Os Estados Unidos, por exemplo, tem hoje uma das menores taxas de desemprego dos ltimos 10 anos. E isto tem muito a ver com empreendedorismo. De 1960 a 1984 os Produtos Internos Brutos da Comunidade Europia e dos Estados Unidos cresceram em taxas prximas (3,3% e 3,1%, respectivamente). No mesmo perodo, enquanto o total de empregos praticamente no se alterou na Comunidade Europia, ele aumentou em 33 milhes nos EUA. O nmero de novas empresas nos EUA mais do que dobrou no perodo de 1960 a 1983 (de 2 milhes para 4,5 milhes), enquanto na Comunidade Europia ele permaneceu estagnado. Segundo o Small Business Administration, a "economia americana conseguiu este diferencial graas ao incentivo e fomento a atividade empreendedora [SBA 1998]. Os empregos nas empresas tradicionais (bancos, grandes indstrias, etc) esto diminuindo e diminuiro ainda mais. Mesmo nos EUA, os "trabalhos tradicionais" sujeitos a substituio (por automao, ou inovao) ou deslocamentos geogrficos (em busca de maiores incentivos) continuam a desaparecer. importante ressaltar que grande parte dos novos empregos gerados so oriundos de "novos trabalhos" relacionados a desenvolvimentos tecnolgicos e inovaes de mercado. Estes novos trabalhos exigem trabalhadores qualificados, dedicados, auto-motivados, criativos, inovadores, reativos a mudanas, flexveis, orientados a resultados, educados, informados,... Em uma palavra : empreendedores. A perspectiva de crescimento destes "novos empregos" nos pases depende, em grande parte, da conscientizao e preparao de seus atuais e futuros trabalhadores e de suas empresas. Esta preparao deve ser decidida e assumida por cada um e pela sociedade como um todo. Quanto mais cedo o futuro trabalhador perceber isto, maiores sero suas chances de preparar-se adequadamente para os desafios futuros. Cabe a sociedade e ao poder pblico estimular e apoiar esta preparao. E no Brasil, qual a expectativa ? At o final dos anos 70, as grandes empresas e o setor pblico eram considerados os nicos suportes econmicos de importncia e interesse para a sociedade. Entretanto, a situao mudou radicalmente na dcada de 80 e 90. Sob um cenrio de globalizao, crises mundiais e endividamento crescente do setor pblico ocorreram profundas reorganizaes estruturais. As grandes empresas passaram a produzir mais com cada vez menos empregados e o setor pblico comeou a sofrer enxugamentos, reduzindo significativamente seu nmero de funcionrios [Prvost 1993]. As 500 maiores empresas brasileiras podem ser utilizadas como um exemplo que ilustra este fato. Elas empregam cerca de 2,3% dos trabalhadores brasileiros (cerca de 1,6 milho de funcionrios), mas no criaram um nico emprego adicional nos ltimos 10 anos (pelo contrrio retiraram do mercado 400.000 postos de trabalho) [Testani 1998]. A necessidade de tornarem-se cada vez mais competitivas e as dificuldades de ordem econmica tem levado as grandes empresas a se reestruturarem. Esta reestruturao das grandes empresas do setor industrial tem originado um processo de terceirizao dos servios, aumentando a participao de pequenas empresas e trabalhadores autnomos no mercado de trabalho. Desta forma, as novas formas de produo e de relaes de trabalho tendem a aumentar o nmero de trabalhadores autnomos, atravs do processo de terceirizao. Vrias atividades antes executadas dentro das empresas passaram a ser encomendadas fora delas, reduzindo o nmero de trabalhadores diretamente empregados como assalariados [Amadeo 1998]. Assim, h um aumento relativo do emprego no setor de servios, em detrimento do emprego na indstria. De fato, a maior gerao de empregos deslocou-se da atividade industrial, nos anos 70, para o Setor de Servio, nos anos 80 e 90 [MTB 1998b]. Alm disso, h, no Brasil, uma presso de origem demogrfica por mais empregos at o ano 2010. Esta presso tem origem nos jovens, nascidos na poca em que o pas convivia com elevadas taxas de natalidade, e no aumento da participao das mulheres no mercado de trabalho [MTB 1998]. Em suma, em um contexto de grandes transformaes, a economia brasileira tem gerado ocupaes, em sua maioria tercirias, formais ou informais, para a grande maioria das pessoas que entram no mercado de trabalho. Assim, a necessidade de um nmero crescente de postos de trabalho (resultante da presso demogrfica por mais empregos) e as tendncias do aumento do nmero de autnomos (formais ou informais) e de empresas no setor de servios, na economia brasileira, apontam para a importncia da participao de um nmero crescente de empreendedores ativos. Desta forma, o jovem tem que buscar uma opo de trabalho em um mercado cada vez mais exigente, no qual a oferta de mo-de-obra grande, o nmero de empregos est em decrscimo e, na maioria das vezes, a opo o auto-emprego ou o trabalho em pequenas empresas do setor tercirio. Para que ele tenha sucesso nesta busca fundamental que ele exera todo o seu potencial empreendedor. Felizmente para os empreendedores adequadamente preparados, quer sejam empregados ou proprietrios de suas prprias empresas, existem grandes oportunidades em nosso pas. Nosso mercado interno de grande dimenso e tem um grande potencial de consumo reprimido (h muito bens e servios que nossa populao quer adquirir). Alm disso, h um grande potencial de crescimento nas exportaes. A participao brasileira nas exportaes mundiais hoje de menos de 1%, apesar de j ter alcanado 1,5% das vendas globais em 1984. A preocupao com a gerao de novos postos de trabalho e a manuteno dos existentes tem levado a sociedade brasileira e o governo a darem especial ateno a temas de importncia estratgica como o empreendedorismo, as micro, pequenas e mdias empresas e o desenvolvimento local. O reconhecimento da importncia do empreendedorismo, por exemplo, levou o Governo Federal a prever, no Plano Plurianual de Investimentos para o perodo 2000-2003 o Avana Brasil, o programa Jovem Empreendedor. Este programa, coordenado pelo Ministrio do Trabalho e Emprego, oferecer linhas de crdito para jovens com vocao empreendedora interessados em montar seu prprio negcio. Alm disso, multiplicam-se no pas iniciativas de apoio e incentivo ao empreendedorismo como incubadoras de empresas, programas voltados a capacitao de empreendedores, disciplinas especficas na rea de empreendedorismo, etc. Tais iniciativas estimulam e aumentam as possibilidades de sucesso de nossos empreendedores. Isto nos permite considerar uma perspectiva positiva para o crescimento do empreendedorismo no Brasil. O que fazer para ser bem sucedido profissionalmente neste contexto ? "Engraado, costumam dizer que tenho sorte. S eu sei que quanto mais eu me preparo mais sorte eu tenho." (Anthony Robbins) Preparar-se adequadamente para os desafios futuros esta a grande tarefa. Cumprindo-a o jovem de hoje estar garantindo seu sucesso profissional e sua "remunerabilidade" futura. A necessidade de segurana que levava as pessoas a buscarem um emprego estvel no passado precisa agora ser substituda por um sentimento de autoconfiana. Um dos motivos disto fato de que, como j foi citado, estes empregos sero cada vez mais raros e menos atraentes do ponto de vista financeiro. Neste contexto, a autoconfiana profissional torna-se fundamental para o sucesso no mundo do trabalho. Para obter-se esta autoconfiana preciso conhecimento e competncia de utilizao (know-how). Tem-se um maior potencial de sucesso profissional quando esta autoconfiana ocorre em reas que estejam em sintonia com as necessidades do mercado e quando ela combina-se com um comportamento empreendedor. Novamente o comportamento empreendedor um aspecto chave. Ele tem o poder de dar objetividade e motivao busca de conhecimentos e competncias (redirecionando-os se necessrio). ele tambm o foco gerador de boa parte da rede de relaes (pessoais e profissionais) que em muito ajudar o sucesso do futuro profissional. Estas e outras caractersticas (que sero apresentadas ao longo das aulas) relacionadas ao comportamento empreendedor so fundamentais para o sucesso profissional. Como tornar-se um empreendedor ? "As pessoas que vencem neste mundo so as que procuram as circunstncias de que precisam e, quando no as encontram, as criam." Bernard Shaw O potencial para empreender est presente em maior ou menor grau em todos ns. Para desenvolv-lo preciso buscar uma motivao pessoal prpria. A insero em uma iniciativa (o Programa Engenheiro Empreendedor ou uma incubadora ou um curso de capacitao) na qual o comportamento empreendedor valorizado e incentivado de grande auxlio. importante, por exemplo, conhecer casos de empreendedores de sucesso que comearam, enquanto alunos, a acalentarem objetivos ousados, que mais tarde se concretizaram em uma empresa ou uma carreira profissional de sucesso. Isto poder ajud-lo a convencer-se de que os empreendedores conseguem materializar seus antigos sonhos em impressionantes realidades. E que isto tambm pode acontecer com voc, desde que voc esteja disposto a preparar-se adequadamente e desenvolver e exercer seu potencial empreendedor. Mas fundamental, sobretudo, engajar-se e comear a ensaiar seus primeiros passos na trilha do empreendedorismo. preciso internalizar a idia de ser empreendedor, ser capaz de conceber uma "viso empreendedora", desenvolv-la (aperfeioando e formalizando a viso inicial) e concretiz-la. Para tanto, vrias de suas habilidades e caractersticas devem ser trabalhadas. Voc pode e deve tambm utilizar a experincia existente e os mtodos e tcnicas desenvolvidos para auxiliar pessoas como voc a trilharem seu caminho de empreendedor. Estes mtodos e tcnicas foram concebidos com base na anlise dos estudos realizados pelos pesquisadores da rea de empreendedorismo em todo o mundo e na experincia prtica acumulada ao longo dos anos pela Escola de Novos Empreendedores. O primeiro passo que sugerimos a voc, para tornar-se um empreendedor apto a enfrentar os desafios atuais consiste, portanto, em utilizar tais mtodos e tcnicas. Eles sero apresentados ao longo das prximas aulas e voc poder utiliz-los para definir e formalizar seu primeiro Plano de Negcio (um instrumento importante para a concretizao de sua viso empreendedora). O que um Plano de Negcio ? O Plano de Negcio um documento que formaliza a idia de negcio do empreendedor. Nele so apresentados : o negcio da empresa (ramo de atividade, foco, misso, ...) e seus planos de marketing (produtos/ servios, mercado alvo, estratgias de marketing, ...), financeiro (financiamento do negcio, retorno financeiro ...) e administrativo (estratgia de gesto, ... ). O objetivo do Plano de Negcio o de apresentar a idia de negcio de forma estruturada e bem definida. Isto permite que o empreendedor analise e, eventualmente, aperfeioe o Plano. Alm disso, com ele em mos (ou uma verso resumida) o empreendedor pode convencer outras pessoas ou empresas a tambm investirem em sua concretizao. Sua confeco fruto de um processo de informao, reflexo e deciso. Por meio deste processo, o(s) empreendedor(es), partindo de sua viso inicial, toma(m) uma srie de decises que vo ao nvel de detalhamento de itens como : mercado alvo, mix de produtos, preos, recursos financeiros necessrios ao incio da operao, etc. A metodologia a ser apresentada nas prximas aulas mostrar de forma simples e objetiva como obter os elementos necessrios ao desenvolvimento de um Plano de Negcio e como organizar estes elementos no referido documento. Veremos que a ordem com a qual estes elementos so obtidos (decididos) no necessariamente a mesma ordem na qual os mesmos sero apresentados no Plano de Negcio. Veremos que o Plano de Negcio uma ferramenta importante, tambm, para os profissionais que atuam como empregados. Um dos motivos o de que o Plano de Negcio pode ser usado para o convencimento das pessoas que ocupam cargos de deciso na empresa da necessidade de aproveitar uma oportunidade de negcio particular, ou de realizar um investimento em um projeto especfico que encontra-se sob sua responsabilidade. Porque participar do Programa Engenheiro Empreendedor ? "Nada mais poderoso do que uma idia que chegou no tempo certo". Victor Hugo Ainda comum o jovem estudante ter como nica alternativa em mente (consciente ou inconscientemente), quanto ao seu futuro profissional, um emprego tradicional em alguma rea (algo como um "velho emprego" por concurso em uma estatal). Esta predisposio no adequada ao contexto atual, pois o mercado tem passado a exigir um perfil empreendedor mesmo dos empregados (freqentemente referenciados como colaboradores, com remunerao por resultados, etc). Alm disso, o aumento da terceirizao e do setor de servios (com a conseqente exigncia de novas empresas) faz com que a opo de montar um negcio prprio seja uma alternativa cada vez mais comum. Quanto mais cedo o jovem despertar para esta realidade, e capacitar-se adequadamente para enfrent-la, maiores sero as chances de ele desenvolver as habilidades e conhecimentos necessrios ao seu sucesso como empreendedor (em sua prpria empresa ou no). Por isso, o Programa Engenheiro Empreendedor, uma promoo da FINEP, da Universidade Federal de Santa Catarina (em especial, do Centro Tecnolgico, da Escola de Novos Empreendedores (ENE) e do Laboratrio de Ensino a Distncia) e da Fundao para o Ensino de Engenharia de Santa Catarina (FEESC), tem como objetivo estimular o empreendedorismo universitrio na rea de engenharia no Brasil. O programa pretende estimular os universitrios a atuarem como "profissionais-empreendedores" em empresas j estabelecidas ou como proprietrios de seu prprio negcio. O objetivo principal das teleconferncias e do Programa Gratuito de Aprendizagem a Distncia em Plano de Negcio contribuir para "despertar" nos universitrios brasileiros da rea de engenharia a conscincia da "importncia do empreendedorismo", ilustrando-lhes, de forma atraente e divertida, as principais etapas requeridas para a concretizao de um empreendimento (prprio ou no) e as caractersticas que distinguem os empreendedores. 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Q{yyB*B*CJ OJQJ5B* CJOJQJ6CJOJQJ5B*CJOJQJ CJOJQJ5B*OJQJOJQJ CJOJQJ CJOJQJ CJOJQJ56OJQJ >*B*CJ 5B*CJ OJQJOJQJCJj5CJUmH 5B*CJ$ 5OJQJ/  CDE]^_ghijvw}~-D $$d %d &d 'd  $d %d &d 'd  $d %d &d 'd   CDE]^_ghijvw}~6[\]dektabt u } ~  ! , - STUV"#AB{} ^6[\]dekt$-D $ $d %d &d 'd $$d %d &d 'd $ $d %d &d 'd abt u } ~  d $dh $dh-D $$$ ! , - STUV"#AB{d$$ & FQV{}E6[\1 2 !!>!?!g!h!!!!!,"-"Q"R"x"y"""$$%%:&;&&&''~''b(c(.. / //506044555===DB* CJj0JCJOJQJUOJQJCJNHOJQJ5CJOJQJ6CJOJQJ CJOJQJ5B*CJOJQJ CJOJQJE{};<DEFVW56[\$$$7$$};<DEFVW56[\""?#@###$$&&j(k(x*y*--..... / / /v/w////@0A011334444555555556799):*:";#;<<=====??n@o@AA=C>Cc""?#@###$$&&j(k(x*y*--..... / / /$$ /v/w////@0A011334444555555556799$$$$9):*:";#;<<=====??n@o@AA=C>CDDDDEE_E$$$ $d$>CDDDDEE_E`ElEmEnEHHII:K;KLLLMMM|NeOUPPQkekO90x\}\U?kga1*֥Rhi : $IUjѢ$HM+LlI~cS9M0h^T!]+yM%AڡFޕ;cwufsw=f+6ًfl?=7'AaϿq챇G?c>w>!4?g~ ?mnAO/.؃E:Tx 7Y+!_@XU#?$ qߊ,|jKӂ3","u^َvGiZwkz}M}+SJ`F,쥅E)8~amѹ>Uz',{H4z4~_啕`n4נZoOzePQiV4P#}<.tsj0VMCMVM!tjjPk!Y. 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